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Bíblia Apócrifa com Frei Jacir:
Cristianismos silenciados e perdidos
VALOR DA INSCRIÇÃO
Apenas R$397 o curso completo
ou R$ 97,00 por módulo
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O valor arrecadado com os cursos é integralmente destinados aos projetos de educação e evangelização do Convento Franciscano em Divinópolis e custos de divulgação, remuneração da equipe de produção e gestão da plataforma online.
Conteúdo Programático
Módulo 1:
Evangelhos apócrifos do nascimento e infância do Menino Jesus
Módulo 2:
História de São José e Maria na tradição apócrifa e sua relação com o medo do Inferno e da morte
Módulo 3:
Evangelhos apócrifos da paixão, morte e ressurreição de Jesus
Módulo 4:
Evangelhos gnósticos: Maria Madalena, Tomé, Judas Iscariotes...
Módulo 5:
O outro Pilatos segundo os apócrifos
Módulo 6:
Atos apócrifos do Apóstolos: Paulo, Pedro, André, Mateus, Judas Tadeu...
Módulo 7:
Cartas e apocalipses apócrifos
CONFIRA MAIS DETALHES SOBRE O CONTEÚDO
Módulo 1: Evangelhos apócrifos do nascimento e infância do Menino Jesus
Os apócrifos da infância contam a história de um menino travesso, poderoso e malvado, gnóstico, sábio, capaz de realizar milagres, farol de luz para a sua família. Elas se espalharam entre os cristãos para complementar o cristianismo hegemônico, no que tange à divindade e à humanidade de Jesus. A questão não era polemizar, mas clarear essa fase da vida de Jesus que ficou na penumbra, sanando curiosidades dos cristãos.
Você poderá compreender o alcance dos apócrifos da infância e o porquê eles foram considerados inspirados.
Módulo 2: História de São José e Maria na tradição apócrifa e sua relação com o medo do Inferno e da morte
Os apócrifos marianos, escritos, predominantemente, entre os séculos III e VII, possuem belíssimas narrativas literárias sobre Maria. Com forte influência sobre o cristianismo dos séculos quinto e sexto, eles contribuíram para a formação de uma devoção a Maria que perdura até nossos dias.
Os apócrifos marianos assuncionistas tiveram papel importante na vida da Igreja medieval e moderna. A morte assolava o Ocidente e com ela o pessimismo de viver, o medo da morte e do fogo do Inferno, bem como do Purgatório, norteava as vidas das pessoas. Retomar a imagem de Maria como a mãe de Deus (Theotokos) e associá-la com uma mulher, que, mais do que morrer, dormiu, fazendo a passagem direta para o céu com o auxílio de seu Filho, que voltaria ou estava prestes a voltar como grande juiz, resultou em outra imagem de Maria, a de Nossa Senhora da Boa Morte, aquela que seria capaz de livrar o cristão do fogo do Inferno, ser sua advogada, estar presente no momento derradeiro da vida do fiel em momento de Juízo particular, antecedido pela arte de morrer (Ars moriendi). A história apócrifa de Maria foi recriada com um cunho piedoso, devocional. Maria foi se tornando mais poderosa que o seu Filho que tardava em voltar, após a virada do milênio.
Os evangelhos apócrifos marianos fazem parte da literatura complementar aos canônicos no que se refere ao papel de Maria, embora alguns elementos isolados pareçam aberrantes, extravagantes e até mesmo alternativos. Compreender Maria só tem sentido se for em relação a Jesus, seu Filho que se fez carne no seu corpo. Esses evangelhos narram a história de Maria desde o seu nascimento até a sua assunção aos céus.
A vida de São José, o pai adotivo de Jesus, é contada por Jesus para os apóstolos no evangelho apócrifo História de José, o Carpinteiro. Um dos objetivos desse livro foi o de dar uma resposta ao grupo de cristãos que não acreditavam na virgindade de Maria, ao frisar que José era um idoso, e, portanto, não teve relação marital com Maria, respeitando a sua condição de virgem. A figura de José que decorre é a de um trabalhador, um educador, um bom pai que corrige, chama a atenção do menino Jesus, que, diferentemente dos evangelhos canônicos, teve infância como as outras crianças do seu tempo.
Módulo 3: Evangelhos apócrifos da paixão, morte e ressurreição de Jesus
Trata-se de textos que complementam a narrativa da paixão canônica. Eles procuram responder a curiosidade das comunidades sobre o que teria acontecido com Jesus nos três dias depois da sua morte e ascensão aos céus. Como foi a sua decida aos infernos? Quem estava nos infernos? Quem eram dos dois ladrões?
Módulo 4: Evangelhos gnósticos: Maria Madalena, Tomé, Judas Iscariotes...
Vários são evangelhos apócrifos oriundos do gnosticismo, corrente de pensamento que e influenciou o cristianismo emergente (120 a 240 E.C.) e se estendeu até o séc. VIII em várias ramificações, na Palestina, Ásia Menor, Egito, Síria, Arábia, Pérsia e Roma. Valentino, um teólogo do séc. II da E.C. tornou-se notório na influência recebida dos gnósticos e divulgação do pensamento gnóstico em suas obras.
O pensamento gnóstico não é facilmente compreendido. Como grupo, os gnósticos viviam de modo coeso e sectário, o que não lhes faltaram resistências advindas do mundo cristão. Tinham um modo próprio de se comunicarem e levam uma vida ascética.
No ano 381 da E.C., quando o imperador Teodósio I reconheceu oficialmente um único ramo do cristianismo como ortodoxia católica no Império romano, os gnósticos e outros tantos grupos considerados “heréticos” foram perseguidos a aniquilados. os gnósticos defendiam que a salvação era adquirida através do conhecimento de Deus. Dentre os inúmeros livros e fragmentos gnósticos, destacam-se os evangelhos de Maria Madalena, de Tomé e de Filipe.
Módulo 5: O outro Pilatos segundo os apócrifos
Em torno da figura de Pilatos, os cristãos escreveram vários textos apócrifos com o objetivo de salvaguardar essa personagem que passou para a história como sendo aquele que poderia ter evitado a crucifixão de Jesus, mas preferiu se omitir com o gesto de lavar as mãos. Nesses apócrifos, Pilatos escreve várias cartas para as autoridades romanas demonstrando a sua inocência, mas é condenado por César por não ter impedido a morte do justo Jesus. O fim de sua vida é triste.
Módulo 6: Atos apócrifos do Apóstolos: Paulo, Pedro, André, Mateus, Judas Tadeu...
Os atos apócrifos dos apóstolos trazem à tona vários elementos importantes do ensinamento dos apóstolos. Alguns já conhecidos da tradição oral. Os apóstolos são apresentados como curandeiros, milagreiros e defensores da castidade e da virgindade, até mesmo com negação do matrimônio.
As mulheres estão presentes na vida dos apóstolos. Muitos apóstolos são aprisionados. Eles converteram ao cristianismo reis, rainhas e reinos. Os apóstolos sagraram bispos, presbíteros e diáconos para o serviço da Igreja. Os apóstolos eram reconhecidos como lideranças apostólicas de Igrejas locais.
O fim da vida dos apóstolos, com exceção de João, que morreu em idade avançada, é marcado pelo martírio em forma de crucifixão, degola, golpes de espada, apedrejamento etc.
Módulo 7: Cartas e apocalipses apócrifos
Apocalipses apócrifos são revelações, de cunho gnóstico, aos apóstolos. Eles também defendem a liderança apostólica e gnóstica de Pedro. Ele tem autoridade para repassar os ensinamentos de Cristo. Pedro é um gnóstico perfeito, ele conhece a verdadeira essência de Jesus, o Salvador e, por isso, é um modelo para os iniciados na gnose. O Pedro dos “eclesiásticos”, denominação data pelos gnósticos ao grupo do cristianismo que se tornaria hegemônico, não é o mesmo do apocalipse. Pedro tem uma visão de martírio. Povo e sacerdotes correm em direção deles com pedras para matá-lo.
Também a Tiago, o irmão do Senhor, o Senhor faz revelações de cunho gnóstico e judaico-cristão. Tiago sofrerá no retorno de sua alma para o Pleroma, Deus. Ele tem medo, mas Jesus lhe conforta. Tomé tem revelações de como será o fim do mundo.
Para quem é este curso?
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Para quem deseja conhecer a tradição apócrifa dos cristianismos silenciados e perdidos;
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Para quem busca uma nova compreensão da fé em diálogo com a tradição;
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Para quem deseja fazer uma releitura pastoral e catequética dos apócrifos do Novo Testamento;
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Para quem deseja encontrar respostas a questões que os canônicos não responderam sobre Jesus e seus seguidores;
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Para quem procuram uma espiritualidade para além das instituições religiosas;
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Para quem quer compreender os apócrifos do Novo Testamento como literatura aberrante, complementar e alternativa ao cristianismo emergente;
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Para quem quer compreender a influência dos evangelhos apócrifos na arte, na cultura, na teologia e no exercício do poder da Igreja nos primórdios do cristianismo e na Idade Média.
🚫 Não é um curso dogmático, mas de investigação crítica e espiritual.
O que você vai aprender
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A formação da literatura apócrifa na história do cristianismo.
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A distinguir os vários apócrifos do Segundo Testamento a partir de seus gêneros literários e temáticas.
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O porquê da exclusão dos apócrifos da Bíblia.
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Quais os conflitos teológicos e históricos por trás da seleção dos livros canônicos
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Comparações entre os Evangelhos Canônicos e Apócrifos.
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Identificar a espiritualidade que decorre da Bíblia Apócrifa a partir dos cristianismos alternativos, ainda que foram considerados heréticos.
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Compreender o papel da mulher nos primórdios do cristianismo, sobretudo o de Maria Madalena.

Como o curso funciona?
Quem será seu professor?

Frei Jacir de Freitas Faria é o coordenador e professor do curso:
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Frade franciscano, sacerdote e escritor
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Mestre em Ciências Bíblicas (Pontifício Instituto Bíblico – Roma)
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Doutor em Teologia Bíblica (FAJE – BH)
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Presidente da Associação Brasileira de Pesquisa Bíblica (Abib)
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Fez estudos complementares de leitura popular da Bíblia no México, e topografia e arqueologia em Israel e Jordânia
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Professor de Exegese Bíblica e Leitura Popular da Bíblia há mais de três décadas
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Autor de 14 livros, coautor de 16 e mais de três centenas de artigos
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Criador do canal “Bíblia e Apócrifos” no YouTube, com milhares de seguidores

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